Caro,
Não fique preocupado pois a sua colecção não irá sofrer nada com os leitores de MP3!
Apenas, qualquer edição feita em 2008 é feita com os standards de qualidade desta altura. O exagero de agudos não está tão em moda como esteve há dez anos. O audio como qualquer outra arte tem tendências...
Apesar de tudo, não posso evitar que a colecção vá parar a um qualquer iPod. E espero que assim aconteça, era sinal que outras gerações iriam ouvir estas obras... Não menosprezei essa hipotese, assim como outras.
O que tenho para fazer, além de tornar estes discos eternos, é criar um master o mais eficaz possível para todos os ouvintes.
Cumprimentos
Nelson Carvalho
Nos arquivos da Valentim de Carvalho há relíquias Do Tempo do Vinil: clássicos que nunca viram edição em CD, raridades que ganharam com o tempo estatuto de culto. São esses discos que a colecção Do Tempo do Vinil vai buscar e devolve ao nosso convívio. Em edições digipak que reproduzem fielmente a capa original, com som restaurado para manter vivo o calor do vinil, com depoimentos dos próprios artistas que nos falam do tempo e das circunstâncias em que surgiram estes discos...
22 Maio 2008
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5 comentários:
Obrigado Nelson. Permita-me trata-lo assim.
certamente a minha colecção não sofre nada com os leitores de MP3. pois a minha colecção é de CDs e vinis, logo, não cabem nos leitores de Mp3.
mas não era isso que me referia. mas sim ao tratamento dado aos "masters", tendo em atenção o facto de virem ser ouvidos num leitor desses. Acho que sendo edições em CD, devem sim ter a preocupação de serem o melhor possivel, reproduzidas nesse formato, se depois forem ripados para mp3 (o que acontecem sem duvida, pois os ouvintes de mp3 "roubam tudo" e pouco ou nada compram) é uma outra questão e em nada deverá preocupar quem está a fazer este trabalho meritório de imortalizar estas obras da musica portuguesa.
só isso, nada mais.
Quais irão ser as próximas "pérolas"?
a sua conversa de velha guarda do vinil é desactualizada. o mp3 é uma realidade quer se sirva dele ou não, e é claro que essa questão deve ser tida em conta quando se trabalham discos para o mercado de hoje.
quanto ao roubar e não comprar, é como em tudo: há gente de todos os tipos, portanto por favor não generalize. orgulho-me de roubar tudo o que posso estrangeiro, e de comprar o que é nacional. pode discordar da minha política, mas é a linha que sigo; além disso não me importo nada de partilhar em mp3 discos que tenho e que sei que muito pouca gente terá. já o fiz e duvido que se lhe aparecer um mp3 daquele disco que nunca conseguiu comprar do seu grupo favorito não o descarregue.
seja uma pessoa do seu tempo.
acácio macacácio
Boas,
Até agora tudo me tem soado bem, nomeadamente o "Cantamos pessoas vivas", quer directamente no CD, quer ripado para MP3 (para ouvir entre casa e o trabalho). Aliás, até diria que o som está suave e quente, como seria de esperar. Por mim, até gostaria de mais compressão e uma equalização mais agressiva... mas gostos não se discutem e repito que me parece tudo bem e enquadrado com o som da epoca.
Se não fosse o MP3 eu era um analfabeto em musica... alem de ser um anormal que só consumia o que me punham a frente;)
já agora qual é a percentagem que vai directamente para o artista (... ai coitadinho do artista, enfim coitadinho é do CEO).
Quem me dera ir a concertos e poder comprar álbuns... eu prefiro "sacar" o 1º e ir ao 2º
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